Conheço este caminho — eu próprio o percorri.
O seu especialista pessoal no terreno
- Especialista em emigração para a Madeira
- Ponto de contacto pessoal e local
- Intérprete de alemão–português
- Especialista em repartições públicas da Madeira
- Apoio em formalidades e no seu novo começo
Sei o que é estar num país estrangeiro, diante de portas fechadas, sem perceber a língua e mesmo assim ter de encontrar um caminho. Eu próprio percorri esse caminho — e é exatamente por isso que conheço cada obstáculo que tem pela frente.
Em 2007, mudei-me com a minha família da Suíça para a Madeira. O que se seguiu foi o meu primeiro contacto pessoal com a burocracia portuguesa: longas esperas, processos pouco claros, conversas que mal conseguia acompanhar. Essa experiência marcou-me até hoje.
Decidi que não queria apenas chegar, mas verdadeiramente pertencer, e em menos de um ano já falava português fluentemente. Ainda adolescente, comecei a acompanhar conhecidos de língua alemã a repartições e a traduzir por eles — sem imaginar que isso viria um dia a ser a minha profissão.
Mais tarde, trabalhei no setor imobiliário e via repetir-se sempre o mesmo padrão: as pessoas eram ajudadas na compra de um imóvel, mas depois ficavam sozinhas com as repartições e as formalidades. Para mim, era claro que era exatamente aí que queria continuar a ajudar.
Para o meu desenvolvimento profissional, mudei-me para a Alemanha e trabalhei durante vários anos, com sucesso, como consultor financeiro independente. Mas a Madeira continuou a ser a minha segunda casa, e a vontade de regressar foi crescendo a cada ano.
Hoje, junto a minha experiência em burocracia, imobiliário e consultoria financeira para acompanhar pessoalmente as pessoas no seu novo começo na Madeira — com um conhecimento que não li, mas vivi. Uma emigração devia começar com entusiasmo, não com incerteza.
Mãos à obra, atento, orientado para soluções.
Arregaço as mangas onde outros hesitam, e encontro soluções onde outros só veem obstáculos. Foi isso que aprendi quando tive de encontrar sozinho o meu caminho num sistema estranho.
Quero dar-lhe esse mesmo sentimento — de ser compreendido e acompanhado. Sem frustração, sem desvios, com alguém ao seu lado que realmente o escuta.
Porque é que os clientes trabalham comigo
Pessoal, não anónimo
Tem um ponto de contacto fixo — eu — e não uma sucessão de funcionários diferentes.
Aprendi a língua sozinho
Aprendi português em adulto e sei, por experiência própria, o que é dominar uma nova língua.
Enraizado na ilha
A minha rede de contactos e conhecimento local na Madeira abrem-lhe portas que de outra forma permaneceriam fechadas.
Fiabilidade suíça
Estrutura, pontualidade e transparência — valores que trago da minha origem suíça.